sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Frieza
E nessa silêncio profundo
Há uma imensa vontade de gritar
Mas permaneço muda e intacta
Como uma boneca de porcelana
E nesse sorriso que insisto em mostrar
Há uma imensa vontade de chorar
Mas nem isso eu consigo
O sangue que corre em minhas veias
Não são capazes de aquecer
O que já está frio e congelado
Havendo uma força maior
Impedindo-me de sorrir novamente
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
O ato de escrever
Papel, lápis e borracha
Talvez não nessa ordem necessariamente
Faz do ato de escrever magnífico
Ilimitado...
Agradável...
Escrevo o que sinto
E também o que não sinto
Escrevo o real
E às vezes fantasia, o surreal
Escrevo do ponto de vista do meu olhar
Escrevo do ponto de partida em que repousam meus sentimentos
Todos os sentidos são apurados
Escuto uma vez só
Diz-me o que tenho que escrever
E o que a fala nunca poderá expressar
Não há hora nem razão
Quando surge uma emoção
E até quando as mãos sentem a falta de por em prática a imaginação
Escrevo o que penso
E às vezes o que deveria pensar
Escrevo para desabafar
Escrevo para extravasar...
Escrevo da tristeza e do amar
Escrevo o que me indigna
E às vezes o que me alucina
Sou tão feliz contigo, caro amigo Papel
Caro amigo Lápis
E cara amiga borracha: D
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Declaração
Nesse vai e vem do destino
Já não havia esperanças de amar
Com alegria no rosto e de um jeito sutil, você apareceu
E a imune frieza se amoleceu
Os dias fora se passando
E cada vez mais me apaixonando
Sim,nossa história começou
Incrível e Impactante
As mãos intercaladas: uma promessa
Cada suspiro: uma revelação
Profundo e intenso
Fazendo de cada entrega: uma declaração de amor
As vezes silenciosa e sem expressão
O mundo parou, para ver a nossa tal história
Que não só acabara de começar
Mas que ainda terá muitas linhas a se contar
E nem mesmo a distância poderá mudar
Pois pode até ser que você não escute muitos sussurros de amor
Mas com certeza pode ver lágrimas em meu olhar
Essas que transbordam-se em sublimes sentimentos
Como meus lábios tocando aos seus
Meu corpo junto ao seu
Nossos perfumes misturando-se em constante harmonia
Como se encontrassem
Pois desde o dia em que te vi
Sim,eu escondi...mas desde ali pude sentir
Que seria contigo que muitos dias iriam a se repetir
E nessa talvez distância
Olho para os lados e posso te ver
Mesmo sabendo que são apenas pessoas
Pessoas e pessoas já não importam
Pois a mais bela,tenho comigo,que és você
Descubro o que um dia se ocultou
Eu sempre te amei,e você sempre me amou
Pode até ser que não escute muito sussurros de amor
Mas pode ter a certeza,que por ti apaixonada estou.
Devagar você atingiu meu coração
Com seu carinho,com sua paixão
E já te amo,com numa amei ninguém
e como VOCÊ,jamais encontrarei alguém!
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Desarticulação
O mundo está desarticulado
Já não consigo me encontrarTento seguir uma direção
Talvez eu quisera viver do passado
O mundo está desarticulado
Cadê o amor?
Cadê a compreensão?
Cadê os Direitos Humanos?
O mundo está desarticulado
Já inexistem laços de afeto
Respeito não é mais questão de educação
E nessa geração leviana
De cada vida um perdição
O mundo está desarticulado
As ruas andam poluídas
A cegueira se alasta ao mundo
AINDA tento enxergar
Mas apenas vejo a violência e a ambição.
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