Papel, lápis e borracha
Talvez não nessa ordem necessariamente
Faz do ato de escrever magnífico
Ilimitado...
Agradável...
Escrevo o que sinto
E também o que não sinto
Escrevo o real
E às vezes fantasia, o surreal
Escrevo do ponto de vista do meu olhar
Escrevo do ponto de partida em que repousam meus sentimentos
Todos os sentidos são apurados
Escuto uma vez só
Diz-me o que tenho que escrever
E o que a fala nunca poderá expressar
Não há hora nem razão
Quando surge uma emoção
E até quando as mãos sentem a falta de por em prática a imaginação
Escrevo o que penso
E às vezes o que deveria pensar
Escrevo para desabafar
Escrevo para extravasar...
Escrevo da tristeza e do amar
Escrevo o que me indigna
E às vezes o que me alucina
Sou tão feliz contigo, caro amigo Papel
Caro amigo Lápis
E cara amiga borracha: D

OOOUN, muito cuti ficou o final.
ResponderExcluirCara amiga borracha não me acompanha...
Ando com caneta e papel...
A alucinação é tão profunda que prefiro rabiscar incessantemente descontando todo o sentir do personagem.
Continuemos de mãos dadas nessa fábrica da escrita *-*
Luv u ♥